Parabéns aos nossos alunos!
Família Ação Total
Família esta que se reune para treinar corrida faça chuva, faça sol. Que a cada passo que damos queremos ir cada vez mais longe. Treinamos para correr, corremos por prazer, prazer em sentir que aumentamos nossos limites ,com qualidade e segurança.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Desidratação e corrida
Desidratação e corrida |
![]() Alguns estudos que os eletrólitos (toda substância que, dissociada ou ionizada, origina íons positivos “chamados cátions” e íons negativos “chamados ânions”, pela adição de um solvente ou aquecimento, desta forma tornando se um condutor de eletricidade), perdidos em maior quantidade na transpiração são: o sódio e o cloreto, e a diminuição de água promovem perda de peso e a redução da capacidade de hidrólise (quebra de substâncias na presença de água) de lipídios, o que acarretam também na diminuição da capacidade máxima de desempenho. É importante ressaltar que a desidratação antecede a sede, provocando uma redução no volume plasmático e aumento da osmolaridade (quantidade de partículas dissolvidas em um determinado solvente), ou seja, sentir sede significa que o praticante já está desidratado, podendo ocasionar efeitos negativos na performance e na saúde, do quais os mais sério seria a hipovolemia progressiva(volume sanguíneo abaixo do normal). A hipovolemia pode induzir a uma alteração na temperatura interna, essa hipertermia combinada com uma diminuição de debito cardíaco (volume de sangue bombeado pelo coração em 1 minuto) e a redução e do VO2Máximo (quantidade de oxigênio absorvido e usado pelas células em repouso, durante o exercício ou na recuperação), compromete a capacidade de se exercitar em alta intensidade por um período prolongado. Para se ter uma ideia, dos efeitos da perda hídrica:
Quanto aos carboidratos, além de melhorarem a palatabilidade (aumento da sensibilidade ao sabor), têm efeito mínimo no esvaziamento gástrico e estimulam a absorção de líquidos e eletrólitos no intestino delgado. É importante ressaltar que a concentração ideal de carboidratos para atingir esses benefícios é de 60 a 70 g/l. Um bom exemplo de bebida esportiva adequada quanto aos eletrólitos e carboidratos é o soro caseiro. De acordo com o American college of sports medicine, a reposição de líquidos para quem deve ser feita da seguinte forma:
Rogério Silva CREF: 049712-G/SP Treinador da Ação Total Assessoria Esportiva |
Gestação x Atividade física!
Gestação x Atividade física!
Estou Grávida e Agora?
Estou grávida! Uma frase muito comum quando se é mulher, e que normalmente traz muitas alegrias, inseguranças e novidades. Porém o que este momento significa para uma mulher que realiza cotidianamente exercícios?
Em um primeiro instante podem se passar várias idéias e imagina-se que se deve descontinuar a prática de atividade física independente de quanto tempo esta mulher já treina, ou no mínimo diminuir a intensidade dos exercícios. Hoje, a maioria dos médicos indica que se deve parar a prática ao engravidar e retomá-la depois do primeiro trimestre, porém existem vários estudos sobre este tema que apontam o contrário e o Colégio Americano de Obstetrícia e Ginecologia indica que as mulheres previamente ativas podem continuar normalmente com suas atividades apenas tomando algumas precauções. Realmente a intensidade e volume de exercícios devem cair um pouco, mas não exageradamente, e só devem esperar pelo segundo trimestre as mulheres que antes da gestação eram sedentárias.
Durante o período de gestação surgem diversas necessidades e situações específicas, então é interessante que além de continuar suas atividades regulares procure programas que sejam específicos para gestantes, e que trabalhem as características deste período, como, por exemplo, exercícios para o assoalho pélvico; que auxiliem na prevenção e tratamento da dor lombar; exercícios respiratórios; de consciência corporal; e de equilíbrio.
Apesar de não ser necessária a interrupção da prática de atividade física algumas modalidades esportivas e alguns exercícios são contra indicados, como por exemplo, exercícios em decúbito ventral e dorsal (deitada de barriga para cima ou para baixo), prender a respiração na execução de exercícios, e exercícios que ofereçam risco de queda ou impacto.
De forma geral durante a gestação seria interessante que se fossem realizados exercícios aeróbios (caminhada, corrida, aulas de dança ou similares) de quatro a sete vezes por semana por cerca de 30 minutos (podendo ser divididos em vários pequenos treinos de menos tempo), em uma intensidade moderada. Exercícios de força e de flexibilidade devem ser realizados de três a quatro vezes por semana contemplando todos os grandes grupos musculares.
É importante lembrar que estas são apenas algumas diretrizes, é indispensável uma consulta com seu obstetra ou ginecologista quando se deseja continuar os exercícios físicos durante a gestação e mais importantes é informar seu Professor de Educação Física sobre sua gravidez!
* Professor Daniel Carneiro – Ação Total Assessoria Esportiva
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